A Comissão Nacional de Energia Nuclear (CNEN) do Brasil e a Corporação Nacional Nuclear da China (CNNC) no Exterior assinaram um Memorando de Entendimento (MOU) para fortalecer sua parceria e aprimorar as capacidades do Brasil em proteção ambiental nuclear e gerenciamento de resíduos radioativos. O acordo delineia compromissos de cooperação em diversas áreas, incluindo tratamento, transporte e disposição de resíduos, proteção radiológica e treinamento de pessoal, estabelecendo as bases para intercâmbios aprofundados entre os setores de energia nuclear dos dois países.

A CNEN afirmou que ambas as partes demonstraram grande interesse em aprimorar as habilidades profissionais de especialistas em energia nuclear de ambos os países por meio de intercâmbio de conhecimento, atividades de treinamento, visitas técnicas e programas educacionais. Essa cooperação permitirá que o Brasil aprenda com a vasta experiência da China na construção de modernas instalações de tratamento e disposição final de resíduos radioativos. O presidente da CNEN, Francisco Lundinelli Júnior, enfatizou: "Nós e a CNNC no Exterior estamos trabalhando juntos para criar oportunidades de inovação tecnológica, elevar os padrões técnicos e ampliar a expertise nacional em segurança nuclear e proteção ambiental."
A CNEN declarou que ambas as partes demonstraram grande interesse em aprimorar as habilidades profissionais de especialistas em energia nuclear de ambos os países por meio de intercâmbio de conhecimento, atividades de treinamento, visitas técnicas e programas educacionais. Essa cooperação permitirá que o Brasil aprenda com a vasta experiência da China na construção de modernas instalações de tratamento e disposição final de resíduos radioativos. O presidente da CNEN, Francisco Lundinelli Júnior, enfatizou: "Nós e a CNNC no Exterior estamos trabalhando juntos para criar oportunidades de inovação tecnológica, elevar os padrões técnicos e ampliar a expertise nacional em segurança nuclear e proteção ambiental." Segundo o acordo, a cooperação não envolve a transferência de fundos, mas concentra-se no aprimoramento das capacidades técnicas e no desenvolvimento de soluções inovadoras para atender às necessidades urgentes de ambos os países na gestão de resíduos radioativos. O Brasil está avançando ativamente com o projeto do Centro de Tecnologia de Energia Nuclear e Meio Ambiente Centena (CNEN), que deverá se tornar o primeiro repositório de resíduos radioativos da América Latina, oferecendo uma solução de armazenamento permanente para resíduos radioativos de baixa e média atividade e estabelecendo centros de pesquisa tecnológica relacionados. A previsão é que entre em operação até 2030. Wilson Aparecino Parejo Calvo, Diretor de P&D da CNEN, afirmou que essa colaboração impulsionará o desenvolvimento contínuo do setor e proporcionará soluções mais seguras e sustentáveis para a gestão de resíduos radioativos no Brasil.
Além disso, a Comissão Nacional de Energia Nuclear (CNEN) também assinou, no mês passado, outro memorando de entendimento com a China Isotope & Radiation Technology Co., Ltd., com o objetivo de garantir um fornecimento estável de isótopos radioativos.









