Marrocos estabelece novas regras para compra de trigo e subsídio de farinha para 2025-2026
2025-10-13 17:23
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O governo de Marrocos emitiu uma decisão conjunta estabelecendo novas condições de compra para o trigo mole destinado à produção de farinha subsidiada no ano de 2025-2026, implementando controles mais rigorosos sobre produção, embalagem e comercialização. A reforma visa aumentar a transparência, fortalecer a supervisão e garantir o acesso justo da população nacional à farinha subsidiada.

A decisão foi assinada conjuntamente pelos ministros do Interior, Agricultura e Orçamento. Determina-se que toda compra de trigo mole destinado à produção de farinha subsidiada deve ser realizada por meio de licitação organizada pelo Escritório Nacional Intersetorial de Cereais e Leguminosas (ONICL). Comerciantes de grãos licenciados, cooperativas agrícolas e suas associações, mediante a apresentação das declarações legais necessárias, podem participar do processo.

O trigo mole entregue aos moinhos industriais terá preço fixo de 258,80 dirhams por quintal (25 dólares), desde que atenda aos padrões técnicos, sendo o preço ajustado de acordo com a qualidade; produtos fora do padrão serão rejeitados. Os moinhos assumem os custos de transporte, armazenamento e distribuição, e o ONICL poderá cobrar até 1 dirham por quintal (0,10 dólar) pelo trigo correspondente. A taxa de extração da farinha nacional é de 81% e a da farinha especial 74%, com custo inicial de 2 dirhams por quintal (0,20 dólar).

Em relação à embalagem e distribuição, os moinhos devem, por conta própria, embalar a farinha subsidiada em sacos de 50 kg, exceto para a região sul. O preço fixo da farinha nacional é de 325,375 dirhams por quintal (32,70 dólares) e da farinha especial 342,432 dirhams por quintal (34,40 dólares). Para a farinha nacional não embalada, há regulamentações claras sobre preço máximo, preço de atacado e preço de venda normal, sendo que o preço da farinha na região sul é mais baixo.

A reforma do governo marroquino visa modernizar o sistema de subsídio de farinha, melhorar a supervisão das cadeias de produção e distribuição e garantir que a população tenha acesso justo aos alimentos básicos. O governo também assumirá parte dos custos de transporte, processamento e distribuição final.

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