Primeiro lote de óxido de urânio produzido na mina de urânio do Maláui pela Lotus Resources da Austrália
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Em 1º de setembro, a empresa australiana Lotus Resources anunciou que a mina Kayelekera, da qual detém 85% de participação no Maláui, produziu o primeiro lote de óxido de urânio (U3O8).

Este marco foi alcançado após o bem-sucedido comissionamento da planta de processamento. A companhia planeja aumentar a produção anual de triurânio octóxido para 2,4 milhões de libras até o primeiro trimestre de 2026. Segundo o relatório da empresa, os trabalhos de reativação foram concluídos conforme o cronograma e dentro do orçamento.

O diretor-gerente Greg Bittar declarou: “Com o primeiro yellowcake da mina de Kayelekera, estamos prontos para nos posicionar entre os produtores globais de urânio. Este marco é extremamente significativo, pois representa a primeira produção desde que a mina entrou em manutenção em 2014. A Lotus está satisfeita em alcançar tal progresso em um momento crucial para o mercado mundial de urânio.” Ele acrescentou que a conquista dentro do orçamento e no cronograma do terceiro trimestre de 2025 (início da reativação acelerada de Kayelekera) comprova a qualidade e a dedicação da equipe da Lotus, dos contratados e de todas as partes interessadas.

Atualmente, a Lotus já iniciou o envio do yellowcake para análises em conversores. Bittar afirmou: “Espera-se que as amostras sejam despachadas nas próximas semanas. Antes da finalização do processo de certificação e da reabertura de contas, continuaremos focados em aumentar a produção e construir estoques, visando realizar a primeira entrega de urânio ainda este ano.”

A meta da empresa é atingir uma produção estável de 200.000 libras/mês até o primeiro trimestre de 2026. Além disso, a companhia já firmou contratos de venda vinculativos com quatro empresas, incluindo três concessionárias norte-americanas, para a comercialização de até 3,8 milhões de libras de urânio a partir de 2026.

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